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5.3.08

Anos 90

Cá vão:



1) Casino, de Martin Scorsese

2) Imperdoável, de Clint Eastwood

3) Chungking Express, de Wong Kar-Wai

4) Eduardo mãos de tesoura, de Tim Burton

5) Contos das 4 estações, de Eric Rohmer

6) Pulp Fiction, de Quentin Tarantino

7) Short Cuts, de Robert Altman

8) Felicidade, de Tod Sollondz

9) A festa, de Thomas Vinterberg

10) Trainspotting, de Danny Boyle

1.1.08

TOP -10 -- 2007

E os piores filmes que vi em 2007 foram, do pior para o menos mau:



-1. A Ponte, de Eric Steel
-2. O Reino, de Peter Berg
-3. Corrupção, n.a.
-4. Piratas da Caraíbas - Nos confins do mundo, de Gore Verbinski
-5. Um azar do caraças, de Judd Apatow
-6. Missão solar, de Danny Boyle
-7. Alphadog, de Nick Cassavetes
-8. Rocky Balboa, de Sylvester Stallone
-9. Diários de um escândalo, de Richard Eyre
-10. Elizabeth - A idade de ouro, de Shekhar Kapur

30.12.07

DVD - Lançamentos 2007

1.
A edição de 'Bianca', 'A Missa Acabou', 'Ecce Bombo', 'Sonhos de Ouro' e 'Palombella Rossa'. Há uns anos tentei arranjar este último e debalde ter procurado na internet em tudo quanto era sítio, nicles. Mais uma razão para este primeiro lugar. De resto, todo o catálogo da Midas merece ser amplamente destacado.












2.
O lançamento das obras de Ozu e Mizoguchi pela -pasme-se - Prisvideo. As edições, em packs de dois filmes, são bonitas, de boa qualidade e com preços sensatos. Esperemos que continuem em 2008 - a editora não tem site, por isso não sei o seu calendário...













3.
O pack de Leni Riefenstahl (lançado pela companhia espanhola Cameo - que eu saiba a sua primeira edição em português), que inclui os clássicos da propaganda Nazi 'O triunfo da vontade' e 'Olympia'. O lançamento é tão mais oportuno quanto saiu há pouco para as livrarias a excelente biografia de Leni escrita por Steven Bach. Devo alertar os leitores para a fraca qualidade do som e imagem desta edição, mas a acreditar no que aqui se diz não existem melhores cópias (no caso de 'O triunfo...' o negativo desapareceu mesmo). De referir ainda que esta edição não inclui um terceiro disco de extras, existente na edição espanhola, que inclui por exemplo o raro 'Dia de Liberdade', o filme que Leni fez por exigência dos generais da Wehrmacht, desvalorizada em favor das SA e das SS em 'O triunfo da vontade'. Ainda assim, uma edição a destacar inclusive pela sua raridade no panorama internacional.

21.12.07

TOP 10 - 2007



1. Climas, de Nuri Bilge Ceylan - Como resumiu exemplarmente um crítico dos Cahiers du Cinéma: "Something I had never seen before: Antonioni through the prism of HD video".

2. Pecados íntimos, de Todd Field - O melhor filme americano do ano e a confirmação de um novo grande cineasta.

3. Death Proof, de Quentin Tarantino - Tarantino força a corda e expande o seu próprio universo ao ponto de este quase rebentar. E a partir de agora?

4. Paranoid Park, de Gus Van Sant - Outro realizador que segue imperturbavelmente o seu pessoalíssimo caminho. E a partir de agora?

5. Promessas perigosas, de David Cronemberg - Segundo capítulo da História da violência segundo D.C., depois da obra-prima inicial. Ficará por aqui?

6. Zodíaco, de David Fincher - Este asfixiante retrato de uma obsessão, que é também um inquietante relatório dos burocráticos processos judiciais, é o melhor filme de Fincher até hoje.

7. O bom pastor, de Robert de Niro - Matt Damon atravessando como um fantasma este original fresco sobre a criação da CIA, fica como uma das composições mais marcantes do ano. E 'O bom pastor' fica como o mais subestimado título de 2007.

8. 12:08 A Este de Bucareste, de Corneliu Porumboiu - Tomando como pretexto a libertação do bloco comunista, eis um retrato impiedoso da condição humana. Tudo isto com um sentido de humor à prova de bala. Viva a Nova Vaga Romena!

9. O Caimão, de Nanni Moretti - Chegou cá tarde e foi algo mal-amado, mas é um Moretti de primeira apanha. Enough said!

10. Luzes no crepúsculo, de Aki Kaurismäki - Um cinema em vias de extinção, melancólico, minimal, com um humor desesperado. Quem o irá continuar depois de Jarmush e Kaurismäki?

20.12.07

2007

E os melhores filmes que vi em 2007 foram...



Os Vampiros, Louis Feuillade, 1915
Lirio quebrado, D.W.Griffith, 1919
Nanook of the North, Robert J. Flaherty, 1922
A greve, Sergei Eisenstein, 1925
O testamento do Dr.Mabuse, Fritz Lang, 1933
Uma noite aconteceu, Frank Capra, 1934
Alexandre Nevsky, Sergei M. Eisenstein, 1938
A regra do jogo, Jean Renoir, 1939
Esta terra é minha, Jean Renoir, 1943
Meet me in St.Louis, Vincente Minnelli, 1944
Stars in my Crown, Jacques Tourneur, 1950
Singin' in the rain, Gene Kelly e Stanley Donen, 1951
Os cativos do mal, Vincente Minnelli, 1952
Corrupção, Fritz Lang, 1953
Viagem a Tóquio, Yasujiro Ozu, 1953
Terra bruta, John Ford, 1961
The Hustler, Robert Rossen, 1961
Eclipse, Michelangelo Antonioni, 1962
Simão do Deserto, Luis Buñuel, 1965
Persona, Ingmar Bergman, 1966
O samurai, Jean-Pierre Melville, 1967
Tristana, Luis Buñuel, 1970
Profissão: Repórter, Michelangelo Antonioni, 1975
Les nuits de la pleine lune, Eric Rohmer, 1984
Imperdoável, Clint Eastwood, 1992

P.S.:Esta foi fácil: foi só transcrever os filmes a que dei nota 10 este ano. Não há nenhum de 2007? Pois...
P.P.S: Brevemente - top 10 dos filmes estreados este ano.

11.12.07

2007

E começam a aparecer os primeiros tops de filmes do ano:

Aqui está um pdf com os melhores do ano da Sight & Sound. Além do 'top da revista', dentro do espectável, vale bem a pena espreitar as listas individuais dos criticos que participaram, algumas bastante idiossincráticas. Desde um critico que pôs em primeiro o último episódios dos Sopranos, até Jonathan Rosenbaum, um dos mais conhecidos e influentes críticos da praça, que listou em primeiro 'Casa de Lava' (que até é de 1994) e o compara a... 'I Walked With a Zombie'!, há escolhas para todos os gostos. (link descoberto via Filipe Furtado)

Aqui, o top de Ricardo Gross, uma das pessoas que por cá melhor escreve sobre cinema (e não só).

5.11.07

Cinco filmes

A Susana desafiou-me, no Auto-Retrato, a citar 5 filmes da minha vida. Eu já uma vez respondi a um desafio semelhante em que listei 10 (não posso fazer o link porque o Nuno entretanto acabou com o blogue onde os postou), e eu próprio já desafiei vários bloggers a fazerem o mesmo (pelo que me vou dispensar de passar esta corrente!).
Mas é com muito gosto que desfio mais 5 filmes - agora diferentes, mas repetindo no entanto um realizador, o Lang (o que tem que ser, tem que ser). Quem me conhece, sabe como gosto de tops, listagens & afins. Era capaz de fazer uma lista destas por semana, sem me fartar.
Cá vão, por ordem cronológica (bom, incluo um serial, espero que a desafiadora não leve a mal):



Os Vampiros, Louis Feuillade (1915)
O testamento do Dr.Mabuse, Fritz Lang (1933)
Esta terra é minha, Jean Renoir(1943)
A vida é um jogo, Robert Rossen (1961)
Casino, Martin Scorsese (1995)

18.10.07

Western (II)



Gabriele Lucci, no seu livro 'Western' (Diccionarios del Cine, Editorial Electra), destaca as seguintes '10 obras-primas' do género:

High Noon, Fred Zinnemann, 1952
Shane, George Stevens, 1953
Johnny Guitar, Nicholas Ray, 1954
The man from Laramie, Anthony Mann, 1955
The Searchers, John Ford, 1956
Rio Bravo, Howard Hawks, 1959
C'era una volta il West, Sergio Leone, 1968
The Wild Bunch, Sam Peckinpah, 1969
Heaven's Gate, Michael Cimino, 1980
Unforgiven, Clint Eastwood, 1992

Tanto como 10 filmes, foram escolhidos 10 realizadores. Seis da era clássica (incluindo, claro, um OVNI chamado Johnny Guitar), era que Rio Bravo sintetiza e fecha com chave de ouro. Um do autor que reinventou o género e outro do que lhe deu a machadada final. E, para terminar, as mais brilhantes tentativas modernas de regresso, uma com final trágico, outra com final feliz. Parece-me uma boa síntese.

18.9.07

Top anos 50



No novo blogue da Liga, já está o ranking dos anos 50. 'Sunset Boulevard' ganhou por um pontinho a 'Vertigo' e 'Singin' in the Rain' fechou o pódio. Lista completa aqui, com os devidos comentários a acompanhar.

4.9.07

Anos 50

A Liga dos Blogues Cinematográficos vai eleger os melhores filmes dos anos 50. Cada integrante vota em 20. Eis a minha lista, elaborada em duas fases: primeiro parti a cabeça a seleccionar apenas 20 filmes; depois andei uma semana inteira a trocar diariamente a sua ordem do terceiro para trás. No final ficou como se segue, certamente cheia de injustiças e omissões escandalosas.



1. Vertigo, Alfred Hitchcock, 1958
2. Rio Bravo, Howard Hawks, 1959
3. Sunset Boulevard (O Crepúsculo dos Deuses), Billy Wilder, 1950
4. Ugetsu Monogatari (Os contos da lua vaga), Kenji Mizogushi, 1953
5. The night of the Hunter (A sombra do caçador), Charles Laughton, 1955

6. Les quatre cents coups (Os 400 golpes), François Truffaut, 1959
7. On the Waterfront (Há lodo no cais), Elia Kazan, 1954
8. Ordet (A palavra), Carl Th. Dreyer, 1955
9. Rear Window (A janela indiscreta), Alfred Hitchcock, 1954
10. Tokyo Monogatari (Viagem a Tóquio), Yasujiro Ozu, 1953

11. North by Northwest (Intriga Internacional), Alfred Hitchcock, 1959
12. Singin' in the Rain (Serenata à chuva), Gene Kelly e Stanley Donen, 1952
13. Viaggio in Italia (Viagem a Itália), Roberto Rossellini, 1953
14. Smultrongstallet (Morangos silvestres), Ingmar Bergman, 1957
15. Stars in my Crown, Jacques Tourneur, 1950

16. Un condamné à mort s’est échappé (Fugiu um condenado à morte), Robert Bresson, 1956
17. Der Tiger von Eschnapur (O Tigre de Eschnapur), Fritz Lang, 1959
18. In a Lonely Place (Matar ou não matar), Nicholas Ray, 1950
19. The Bad and the Beautiful (Os cativos do mal), Vincente Minnelli, 1952
20. Kiss me Deadly (O beijo fatal), Robert Aldrich, 1955

21.8.07

Estado das coisas

Há uns tempos descobri este sítio, que é um maná para um viciado em tops, listas e afins como eu sou. Estão aqui elencados todos os top 10 dos Cahiers du Cinema desde 1951 a 2006 e é interesantíssimo andar por lá e perceber, apenas com base nestas listagens, os gostos da casa, os autores mais amados, a evolução das tendências dominantes, as fases mais militantes (por exemplo, de 1969 a 1981 pura e simplesmente não houve tops). Mas a coisa que mais me impressiona sempre que por lá ando, é a extraordinária qualidade dos tops dos anos 50. Veja-se, por exemplo, 1959:

1. Ugetsu Monogatari (Kenji Mizoguchi)
2. Hiroshima Mon Amour (Alain Resnais)
3. Ivan The Terrible (Sergei Eisenstein)
4. Pickpocket (Robert Bresson)
5. The 400 Blows (Francois Truffaut)
6. Rio Bravo (Howard Hawks)
7. Wild Strawberries (Ingmar Bergman)
8. Vertigo (Alfred Hitchcock)
9. Princess Yang Kwei Fei (Kenji Mizoguchi)
10. The Tiger Of Eschnapur (Fritz Lang)

Um filme como 'Vertigo' está em 8º lugar, e mesmo um devoto incondicional como eu, que o poria na mais alta posição, consegue compreender que não tenha ficado mais à frente... É que se alguém me dissesse que isto era um top ten dos melhores de sempre eu acreditava na boa (há que fazer a ressalva de que os filmes de Mizoguchi terão estreado em França em '59, mas são de '53 e '55, mas ainda assim é um arco temporal suficientemente próximo para não ser descabido considerá-los).

Compare-se agora com os tempos actuais, e percebe-se facilmente que não estamos numa época de ouro do cinema. Eu olho para os caderninhos onde classifico os filmes, e nos últimos 5 anos dei em média 5 estrelas a um filme por ano (e estou a incluir os 5- ):

2002: The Royal Tenenbaums, de Wes Anderson
2003: Kill Bill 1, de Quentin Tarantino e Mystic River, de Clint Eastwood
2004: Before Sunset, de Richard Linklater (uma nota muito emocional, tanto mais que elegi depois como filme do ano Lost in Translation)
2005: Saraband, de Ingmar Bergman
2006: A History of Violence, de David Cronemberg

Claro que houve muito mais filmes de que gostei muitíssimo e há cinematografias que conheço mal, como as orientais de onde chega inegavelmente algum do cinema mais estimulante dos últimos tempos, mas mesmo assim...

10.7.07

Top Filmes Brasileiros


A excelente Revista Paisà, editada pelos meus colegas da Liga dos Blogues Cinematográficos, Sérgio Alpendre e Filipe Furtado, publica um TOP 20 dos filmes Brasileiros de sempre. Recomendo veementemente a leitura do Top completo e comentado, mas parece-me interessante deixar aqui o TOP 10, por um motivo muito simples: penso que se há filmografia que é desconhecida por cá, é a Brasileira. Lanço mesmo a provocação: quantos dos filmes listados são por cá conhecidos? Mais: quantos dos realizadores o são? Só mesmo Glauber Rocha, e mesmo esse...

1 – Limite, de Mário Peixoto (1931)
2 – Terra em Transe, de Glauber Rocha (1967)
3 – Bang Bang, de Andrea Tonacci (1970)
4 – Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha (1964)
5 – São Paulo S.A., de Luis Sérgio Person (1965)
6 – O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla (1968)
7 – A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla (1969)
8 - Cabra Marcado para Morrer, de Eduardo Coutinho (1984)
9 – Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos (1963)
10 - A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos (1965)

1.7.07

1º Semestre - TOP 10+2



1 - Climas, de Nuri Bilge Ceylan

2 - Pecados íntimos, de Todd Field

3 - Zodíaco, de David Fincher e O bom pastor, de Robert de Niro

5 - O caimão, de Nanni Moretti

6 - As cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood e Scoop, de Woody Allen

8 - Half Nelson, de Ryan Fleck e Ruptura, de Gregory Hoblit

10 - INLAND EMPIRE, de David Lynch

OVNIs:
O último capitulo, de Darren Aronofsky

Shortbus, de John Cameron Mitchell


6.6.07

Silent Era


Uma vez que este blogue ultimamente mais parece um florilégio (bela palavra) de tops e listas variadas, vou abusar da paciência de quem ainda está para me aturar e postar aqui mais um top: o dos 10 melhores filmes mudos, segundo os leitores do site Silent Era. Eles são:


1.
The General, Buster Keaton e Clyde Bruckman, USA, 1926
2.
Metropolis, Fritz Lang, Alemanha, 1927
3.
Sunrise, F.W. Murnau, USA, 1927
4.
City Lights, Charles Chaplin, USA, 1931
5.
Nosferatu, F.W. Murnau, Alemanha, 1922
6.
The Gold Rush, Charles Chaplin, USA, 1925
7.
La Passion et la Mort de Jeanne d’Arc, Carl Th. Dreyer, França, 1928
8.
Das Cabinet des Dr. Caligari, Robert Wiene, Alemanha, 1920
9.
Bronenosets ‘Potyomkin’, Sergei M. Eisenstein, URSS, 1920
10.
Greed, Erich von Stroheim, USA, 1924


Destes 10 só nunca vi 'Greed' /'Aves de rapina', de Von Stroheim, e penso que algo do género se passará com a maioria dos leitores (do top 100 terei visto cerca de um quarto). Pelo menos já toda a gente terá ouvido falar da maioria deles, o que de certa maneira não deixa de ser surpreendente e mostra a perenidade do género. Aliás uma prova de que o interesse se mantém, é o número cada vez maior de filmes mudos que vão sendo editados em dvd (há que ter presente, no entanto, que só temos acesso a um pequeno número deles, pois não era invulgar, na altura dos filmes de 2 bobinas, um realizador dirigir dezenas de filmes num ano - no IMDB são creditados uns 60 filmes a Griffith só em 1912...).

E, já agora, na nossa 'secção' 10 filmes da vida de... foram até à data citados 5 filmes mudos: 'Metropolis', de Lang (2 vezes), 'Aurora' e 'Fausto', de Murnau , 'As luzes da cidade' de Chaplin e 'Limite', de Mário Peixoto (um clássico Brasileiro que eu nunca tive oportunidade de ver, escolhido pelo Sérgio).

30.12.06

Top Livros Cinema




A ideia era divagar um pouco sobre a (não) edição de livros de cinema em Portugal, mas o adiantado da hora e o cansaço não o permitem. Estive a rever 'Uma história de violência', o meu filme do ano - de longe - e apercebi-me que o final é muito mais aberto do que aquilo de que eu me lembrava (Maria Bello nem chega a olhar para Vigo Mortensen...) . Vai daí apetecia-me deambular à volta deste filme, mas não quero deixar este top para trás, é um pretexto para, não direi divulgar, mas lembrar alguns livros. Ficam então os títulos e autores, sem nenhuma ordem especial, e comentário breves:

- O que Sócrates diria a Woody Allen, de Juan Antonio Rivera (Fenda). Sobre este já escrevi. O autor entretanto lançou um segundo volume, intitulado 'Carta abierta de Woody Allen a Platón', que ainda não não tem tradução portuguesa, mas se pode encontrar no El Corte Inglés - serve-se menos do cinema que o primeiro e incide mais sobre teoria política.

- O meu último suspiro (Fenda) - as memórias de Bunuel, sobre as quais tenciono escrever um post lá para meados de Janeiro.

- Conversas com Pedro Almodóvar , de Frederic Strauss (90 Graus) - ainda só olhei para ele na diagonal, mas não tenho dúvidas em destacá-lo. Pena não se editarem por cá mais livros com cineastas a falar na primeira pessoa.

Três livros importantes, de três editoras diferentes. Menos mau. E agora destaque para dois livros com chancela da Cinemateca, que tem feito um excelente trabalho no campo da edição - bastam as suas Folhas da Cinemateca .

- Otar Iosseliani, vários (Cinemateca) - o destaque vai direitinho para uma longa entrevista com o realizador, nascido na Geórgia quando esta era parte da U.R.S.S., e contemporâneo de Tarkovski, Paradjanov ou Boris Barnet - e que vale cada euro que o livro custa. Alguns breves excertos da entrevista podem ser vistos no blogue de Luis Miguel Oliveira, que a traduziu (aqui, aqui, aqui e aqui). E poder-se-iam citar mais não sei quantos. É imperdível.

- Pier Paolo Pasolini - O sonho de uma coisa (Cinemateca) - um álbum muito completo - e bonito - sobre 'um dos grandes personagens da Itália do século XX' (diz-se na introdução).

29.12.06

Top Ten 2006 (III)



1 - O Tempo Que Resta, de François Ozon

2 - 3... Extremos, de Park Chan-wook, Takashi Miike, Fruit Chan

3 - Match Point, de Woody Allen

4 - Munique, de Steven Spielberg

5 - A Lula e a Baleia, de Noah Baumbach

6 - O Segredo de Brokeback Mountain, de Ang Lee

7 - Os Três Enterros de um Homem, de Tommy Lee Jones

8 - Carros, de John Lasseter

9 - V de Vingança, de James McTeigue

10 - Faça Favor, de Pierre Salvadori

Allen Douglas

Top Ten 2006 (II)




1 - Marie Antoinette, de Sofia Coppola

2 - Match Point, de Woody Allen

3 - O Novo Mundo, de Terrence Mallick

4 - Romance & Cigarros, de John Turturro

5 - Uma História de Violência, de David Cronenberg

6 - Máquina Zero, de Sam Mendes

7 - A Dália Negra, de Brian De Palma

8 - Os Filhos do Homem, de Alfonso Cuarón

9 - Caché - Nada a Esconder, de Michael Haneke

10 - Manual de Amor, de Giovanni Veronesi


O PUTO