
A primeira meia hora de WALL-E é um portento visual, sem palavras, cinema puro. Depois, quando o simpático robot sai da terra, o filme ‘normaliza’, apesar de alguns momentos muito bons (a dança de WALL-E e Eve no espaço, a fuga dos robots avariados), para no regresso ao planeta terminar novamente em grande.
Tudo somado, é uma das melhores e mais originais animações dos últimos anos, apesar de eu achar que podia ter ido ainda mais longe.
WALL·E, E.U.A., 2008. Realização: Andrew Stanton. Longa-metragem de animação.






