Lost in Translation - O Amor é um lugar estranho
Lost in Translation, Sofia Coppola, 2003
Dois actores perfeitos (dois dos que mais gosto), uma banda sonora imaculada (com algumas das bandas de que mais gosto), uma cidade que já estava nos anos 2000 antes dos anos 2000 terem chegado. Um argumento minimal, uma câmara sóbria, atenta, próxima.
Não me é fácil explicar porque gosto tanto deste filme, que nem me marcou assim tanto à primeira, mas que se foi entranhando mais e mais a cada revisão. E não há filme que eu tenha revisto mais vezes.
Se para mim os anos 80 foram os Jesus and Mary Chain ou os My Bloody Valentine (duas das tais bandas de que tanto gosto, aqui convocadas por Sofia Coppola), os anos 2000 foram (são) ‘Lost in Translation’.









