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18.12.13
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É um dos favoritos da crítica este ano - primeiro no top dos Cahiers, desde logo. Eu não iria tão longe, mas tem indubitavelmente um certo je ne sais quoi...
15.12.13
9.12.13
18.11.13
13.11.13
8.11.13
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Henry olha fixamente para Margaret com um estranho brilho nos olhos. Ao longe ribombam os trovões. Douglas Sirk mexe-se silenciosamente no seu túmulo enquanto cada um deles dá um passo em direcção ao outro e caem na cama. Mais tarde, só a lua ilumina a cena.
Do guião de 'Contratei um assassino', de Aki Kaurismaki.
27.10.13
Um quarteto único
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15.10.13
Gravidade
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Já não é pouco. Mas daí a ser comparado ao '2001'...
10.10.13
Hannah Arendt
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Esta opinião de Arendt é altamente discutível, mas o que verdadeiramente enfureceu a comunidade judaica, israelita e americana, foi a acusação feita pela escritora aos lideres judaicos que na sua opinião cooperaram com os nazis na organização do extermínio da sua comunidade. Isto ninguém lhe perdoou e custou-lhe amizades, ameaças de expulsão da universidade e enxurradas de cartas indignadas ou insultuosas de judeus de toda a parte. O seu mais antigo e dilecto amigo corta então relações com ela dizendo-lhe que "renega a discipula preferida de Heidegger" (breves flashbacks ao longo do filme estabelecem a sua ligação de juventude com ele).
Margarethe Von Trotta capta bem a personalidade teimosa mas também corajosa e justa de Arendt (muito bem representada por Barbara Sukowa), e dá-nos um retrato nítido da enorme hostilidade de que foi vitima devido às suas opiniões.
O filme não escapa totalmente à maldição de que padecem todos os biopics - a de se assemelharem a um telefilme - mas merece, sem dúvida, ser visto.























