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2.2.14

E o prémio de 'Filme mais estranho de 2013' vai direitinho para ...


Não é nada fácil definir o resultado desta combinação entre o argumentista Cormac McCarthy, um elenco de estrelas e o realizador Ridley Scott. Há um lado apalhaçado (simbolizado por Bardem) que levou a generalidade da crítica a detestar o filme; mas também há um lado misterioso e até sinistro, representado por Fassbender. E depois ainda há Brad Pitt, Cameron Diaz, Penélope Cruz, que não estando mal, antes pelo contrário, já parecem personagens menos dignas da pena de McCarthy ( na realidade, especialmente a última, nem chegam a ter espessura). É tudo um bocado desconcertante. Mas eu talvez lhe desse 3 estrelinhas.

31.12.13

Mud


Foi o último filme que vi em 2013, e foi com um belo filme que encerrei o ano cinematográfico. Ainda há mais três ou quatro estreias que gostaria de ver, pelo que se for caso disso lá para meados de Janeiro refaço o meu top do ano. Até lá.

18.12.13

...


É um dos favoritos da crítica este ano - primeiro no top dos Cahiers, desde logo. Eu não iria tão longe, mas tem indubitavelmente um certo je ne sais quoi...

9.12.13

2013

1.


2.

3.

18.11.13

Surpreendente


27.10.13

Um quarteto único


Ora aqui está o filme de 'Argumento & Actores' do ano, bem realizado e melhor interpretado, melancólico e com um toque woodyalleniano. Um filme para maiores de 40.

15.10.13

Gravidade


'Gravidade' tem, quanto a mim, três méritos: 1) prova que, de facto, o 3D pode ter alguma utilidade; 2) que é possível aturar sem enfado Sandra Bullock durante uma hora e meia; 3) que os blockbusters não têm que ser uma seca.

Já não é pouco. Mas daí a ser comparado ao '2001'...

10.10.13

Hannah Arendt


'Hannah Arendt' é um biopic sólido que se centra quase exclusivamente no período da vida em que a pensadora judia cobriu o famoso julgamento de Adolf Eichmann em Israel, e dos posteriores artigos que escreveu para a New Yorker, em que estabeleceu o polémico (então como agora) conceito da 'banalidade do mal'. O incrível contraste entre a mediocridade do homem que estava a ser julgado e a monstruosidade dos seus crimes surpreendeu fortemente Arendt, que viu nele um burocrata acrítico que seguiu cegamente as ordens de Hitler, como teria seguido as de outro líder qualquer.

Esta opinião de Arendt é altamente discutível, mas o que verdadeiramente enfureceu a comunidade judaica, israelita e americana, foi a acusação feita pela escritora aos lideres judaicos que na sua opinião cooperaram com os nazis na organização do extermínio da sua comunidade. Isto ninguém lhe perdoou e custou-lhe amizades, ameaças de expulsão da universidade e enxurradas de cartas indignadas ou insultuosas de judeus de toda a parte. O seu mais antigo e dilecto amigo corta então relações com ela dizendo-lhe que "renega a discipula preferida de Heidegger" (breves flashbacks ao longo do filme estabelecem a sua ligação de juventude com ele).

Margarethe Von Trotta capta bem a personalidade teimosa mas também corajosa e justa de Arendt (muito bem representada por Barbara Sukowa), e dá-nos um retrato nítido da enorme hostilidade de que foi vitima devido às suas opiniões.

O filme não escapa totalmente à maldição de que padecem todos os biopics - a de se assemelharem a um telefilme -  mas merece, sem dúvida,  ser visto.


25.9.13

...


Há dois anos o público aderiu com entusiasmo ao fraquinho 'Meia-noite em Paris', agora é a crítica que simpatiza com este mediano 'Blue Jasmine'. E Allen lá vai seguindo em ritmo de cruzeiro, indiferente a estes estados de espírito...

14.9.13

...


Já não há paciência...

12.9.13

...


Tem uma primeira hora razoável, mas depois descamba completamente. Não é fácil fazer thrillers metafísicos.

4.9.13

...


Dizem que é um filme 'ame-se' ou 'odeie-se'. Eu estive longe de o amar, mas estive mais longe ainda de o detestar. Achei-o algo aborrecido e até exasperante, é verdade. Mas nem por sombras se confunde com as fitas insossas que nos servem semanalmente.

3.9.13

...


Mui recomendável.

24.8.13

Os Lehman Brothers, os Abramovichs, a dívida portuguesa...


...explicados através de um bom thriller. Pas mal.

20.8.13

"Não cuspo no prato em que como"

 
(Veredicto: Bom)

18.8.13

Quem diria!

14.8.13

Não é mau


(mas era desnecessário)

12.8.13

Muito mau


15.7.13

Bem bom


(nunca pensei dizer isto dum filme com o Statham)

18.4.13

O Expatriado

 
'O Expatriado’ é produto do cruzamento entre a saga’ Bourne’ e a saga ‘Taken’. Tal como Bourne, Ben Logan (Aaron Eckhart) é um ex-agente da CIA que a agência quer agora eliminar, e tal como Bryan Mills ('Taken') tem uma filha adolescente, que anda atrelada a ele meio filme e a quem acaba por ter que resgatar.

À semelhança de Matt Damon e Liam Neeson, Aaron Eckhart é um improvável mas sólido herói de acção, e o realizador Philipp Stölzl, um desconhecido para mim, é competente q.b.

Conheço quem não deixe escapar uma comédia romântica, quem veja tudo quanto é filme de terror, quem seja viciado em cinematografias exóticas. A mim calharam-me em sorte estes thrillers: raramente me escapa um, raramente sou muito exigente com eles. Achei este satisfatório, mas é obrigatório fazer o alerta da praxe: só é aconselhável a fãs do género.